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4.03.2011

como não ser vítima de um feitiço

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O que é um feitiço (direto)
Não existe apenas um tipo de feitiço, mas um leque de feitiços infinito.
É preciso acabar com a visão clássica do bruxo que lhe lança um feitiço a pedido de alguém com o intuito de prejudicar a sua vida. Esta forma de feitiço existe, é verdade. Chamamos-lhes feitiços conscientes.
Neste caso, falamos do feitiço clássico e direto, mas existe outro tipo de feitiço…


O feitiço indireto (consciente ou não)
Lançar um feitiço indireto consiste em projetar pensamentos negativos em sobre alguém. Este feitiço é indireto, dado que frequentemente a pessoa não sabe que a projeção dos seus pensamentos sobre outrem é uma forma terrível de fazer-lhe mal.
Muitas pessoas ignoram que basta nutrir pensamentos negativos para lançar de fato um feitiço sobre outro ser. Prejudicar alguém à distância através da projeção de pensamentos é completamente possível.


A melhor maneira de não ser vítima de um feitiço
A melhor maneira de não ser vítima de um feitiço é: não fazer mal. Se não fizer mal a ninguém, ninguém lhe lançará um feitiço, quer seja voluntária ou involuntariamente!
Tente sempre, ao longo da sua existência, viver e evoluir sem lesar os outros.
Contudo, infelizmente, em parte isto é só teoria!
Mesmo ao ter um comportamento perfeito, terá dificuldade em evitar o ciúme, a inveja ou por vezes o ódio.


Como saber se é vítima de um feitiço?

Para isso, basta utilizar a sua razão e não se basear nas suas emoções.
Primeiro, determine em que domínio tem má sorte.

Se for uma má sorte geral, em todos os domínios, o lançador do feitiço será mais difícil de determinar.
Se, pelo contrário, for num setor específico da sua vida: amor, dinheiro, saúde, trabalho… isto dar-lhe-á uma pista importante.
Se determinou o domínio em que tem problemas constantemente, isto permitir-lhe-á avançar seriamente na sua investigação.

A questão que deve colocar-se de seguida é «Quem tem interesse em que eu viva um fracasso num ou noutro setor da existência?»
Se for no amor, pergunte-se quem lhe quer mal, quem deseja a pessoa que lhe interessa ou com quem já está.
Se for no trabalho: quem tem ciúmes de si, quem é o seu concorrente, quem anseia pelo seu lugar, quem tem interesse em fazer com que fracasse…
Se o problema existir a nível de dinheiro, poderá colocar-se as mesmas questões do que para o trabalho.
Se for no domínio da saúde: quem lhe quer mal, quem tem interesse em que não esteja de boa saúde…
Aja assim em todos os domínios em que tem má sorte e, normalmente, conseguirá determinar quem lhe quer mal.








Quer tenha crenças, quer não… o que se segue é para si!


A melhor proteção contra todos os feitiços ainda são as suas crenças religiosas ou espirituais. Na verdade, mesmo que as religiões sejam menos populares do que há algumas décadas, a sua contribuição espiritual não deve ser negligenciada.
Assim, mesmo que já não pratique, isto é, se não vai à igreja, se não se confessa desde a infância ou até nunca, se não se cruza com um padre ou qualquer outro representante religioso desde há séculos… isto não retira nada ao formidável poder das proteções cristãs contra as maldições.

Com efeito, se a palavra «feitiço» é raramente utilizada no vocabulário cristão, podemos porém encontrá-la na forma de outras denominações : sofrimento, aflição, maldição… A palavra mais utilizada é o Mal ou o diabo, os demónios…

Se é de tradição cristã, mesmo que, repito, não seja praticante (missa, confissão, comunhão), sem dúvida que poderá utilizar esta fonte inesgotável de proteção contra os feitiços que encontramos nos grandes livros sagrados cristãos, a começar pela Bíblia.
Da mesma forma, peça também ajuda aos diferentes santos que souberam afastar os demónios tanto exteriores (os feitiços) como interiores (os seus próprios defeitos e falhas). Uma pequena investigação na Internet dar-lhe-á acesso a inúmeros sites consagrados a estas proteções, frequentemente de forma gratuita!


Se não é cristão

Se possui outra crença que não o cristianismo, se pratica uma religião monoteísta (judaísmo ou o islão), ou outra tradição de origem oriental (o budismo é a mais praticada na Europa), encontrará na sua tradição várias formas de defender-se dos sortilégios e das pessoas que lhe querem mal.
Além disso, terá uma vantagem ainda mais apreciável: poderá pedir ajuda a especialistas de feitiços (padres, para a religião católica, pastores, para os protestantes, imãs, para os muçulmanos, rabinos, para os judeus, lamas ou monges, para os budistas, etc.) sem pagar o que quer que seja, dado que a missão deles na Terra é ajudar as pessoas em dificuldade.
Mais uma vez, não tenha qualquer escrúpulo se não for praticante há muito tempo. Estes seres espirituais não lhe pedirão uma ficha de presença na igreja, mesquita, sinagoga ou no templo!


Se não tem crenças religiosas

Também é possível que você não tenha uma tradição religiosa, que siga o ateísmo ou racionalismo, por exemplo. Neste caso, mergulhe no fundo de si, dado que não é porque não tem religião que não tem crenças. Não é a mesma coisa. Você acredita pelo menos no seu livre arbítrio ou na capacidade de fazer o que bem lhe apetece sem ter de pedir conselho ou permissão a ninguém. Acredita talvez na Mãe Natureza, nas forças naturais, nos duendes, noutros deuses… Então, encontre aquilo que é mais importante para si.
Depois, dirija as suas preces a esta força em que acredita e que lhe dá vida. Se o fizer com convicção e sinceridade, sem desejar mal a ninguém, não só irá livrar-se dos feitiços de que poderá ser vítima, como irá estabelecer à sua volta uma barreira vibratória inultrapassável para as maldições, feitiços e maus pensamentos de todos os tipos.

Sobretudo, não se esqueça de, no mínimo:
-    Dedicar-se a praticar o Bem à sua volta
-    Não responder às provocações, palavras ou atos negativos dos outros para consigo. Tirará daqui uma grande força!

Pratique, vai ver! Depois faremos um balanço, mas estou certa de que se aplicar os meus conselhos à letra, a sua vida irá melhorar consideravelmente.

 

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